quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Lua Cheia


Terra (e Mar)







Talvez, nas percepções intuitivas, que poderão revelar-se mais exactas que os dados da ciência e menos atoladas de palavras do que as nossas filosofias,  realizemos que a nossa terra é um todo indivisível – com os seus solos, as suas montanhas, as suas florestas, o seu clima, a sua flora, a sua fauna, e que temos que a respeitar colectivamente, não apenas como um servidor muito útil, mas como um ser vivo, muito menos imperecível que nós próprios no tempo e no espaço – um ser já antigo quando as estrelas da manhã do mundo começaram a cantar, e que será ainda jovem quando o último de nós se juntar aos seus antepassados.” Aldo Leopold