segunda-feira, 30 de maio de 2011

O PDM e a participação dos cidadãos no futuro da cidade


Sessões de divulgação e debate do PDM de Lisboa: uma participação aberta e cidadã
Estivemos presentes numa sessão de apresentação e discussão do PDM, realizada pela CML na Sociedade de Geografia, no passado 19 dia  de Maio.
O Plano Director Municipal é um documento que define a estratégia de desenvolvimento e ordenamento da totalidade do território da cidade.
As sessões públicas, que decorreram entre 7 de Abril e 20 Maio, dividiram-se entre sessões temáticas e sessões territoriais e encontraram-se abertas à participação e discussão com os cidadãos.
A sessão de 19 de  Maio incidiu nos bairros históricos de Lisboa, mas as grandes linhas do PDM foram apresentadas e debatidas.
Tal como havia sido anunciado o Plano define 4 prioridades estratégicas: afirmar Lisboa nas redes globais e nacionais; regenerar a cidade consolidada; estimular a participação e melhorar o modelo de governação; promover a qualificação urbana.
Define também quatro áreas estruturantes entre as quais o Arco Ribeirinho, o principal elemento identitário de Lisboa, onde se preconiza um mais fácil acesso à margem, diluindo o efeito de barreira da ferrovia e da rodovia, a valorização para o uso público dos territórios conquistados ao porto e do anfiteatro do casario da primeira linha de colinas; e a baixa e eixos históricos através da revitalização da Baixa e das Avenidas da Liberdade e Almirante Reis e reabilitação da cidade consolidada, toda ela considerada como histórica.
Defende-se, pois, uma estratégia global de requalificação do espaço público.
A área metropolitana é multi-polar, já não passa tudo por Lisboa, e muitas decisões deverão ter em conta essa escala. A estrutura ecológica, por exemplo, deve ser pensada à escala metropolitana, através de quatro pontos de conexão, tendo Monsanto e o estuário do Tejo um papel de relevo.
No novo PDM a qualificação do solo será ligada aos usos dominantes.
A agricultura urbana também é integrada pela sua função económica, social e ecológica. 
O PDM afigura-se assim, como sendo um documento ambicioso, integrando simultaneamente uma visão intersectorial e territorial do planeamento da cidade e permitindo uma co-construção, ainda que limitada, das suas propostas pelos cidadãos.



As retrosarias da Baixa


Felizmente ainda subsistem meio punhado delas, onde se podem comprar botões, entretelas, rendas, linhas para todo o tipo de obra.
Enquanto não forem substituidas por lojas de souvenirs ou afins, continuemos a frequentá-las, porque são mais do que recomendáveis.

sábado, 28 de maio de 2011

Ambika, têxteis para adultos e crianças




Um dos meus favoritos, Ambika, vestuário para adultos e crianças apresenta uma larga escolha de peças de algodão.

Mercado de Oportunidades (vários)



Kapulana




Peças de vestuário e artesanato realizadas a partir de kapulana(s)

Os dias também são mágicos no Principe Real: Do Mercado Biológico ao fim-de-semana de festa

O Mercado Biológico acontece todos os sábados até às duas no jardim. Produtores de todo o país vendem directamente os seus produtos, frescos e transformados. E há sempre lugar para a descoberta de um novo produto, a degustação e sobretudo uma imensa simpatia e confiança, laços fundamentais para um consumo ético e responsável.







Nos finais de cada mês  o mercadinho de artesanato, têxteis e antiquidades, assenta arraias na Praça.







E hoje a iniciativa noites (e dias) mágicos vem animar ainda mais o Jardim e arredores, visto que se estende até ao Jardim de S.Pedro de Alcântara.
Gostei imenso do Mercado de Oportunidades, Utilidades, Futilidades e Curiosidades: muitos têxteis, objectos design, produtos biológicos, bicicletas, artesanato, reciclagem de móveis, de tudo um pouco, mas tudo muito bonito e no quadro magnifico do Palacete.
Aqui ficam algumas referências, nos post que se seguem.


Noites mágicas no Principe Real

Noites mágicas programa

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A Roda sobre o Tejo





...no final do dia...

Alfredo Jaar, a Hundred Times Nguyen



Exposição temporária no Museu Berardo, inaugurada hoje.
"A Hundred Times Nguyen (...) é uma espécie de álbum de recordações da sua visita a um campo de refugiados vietnamitas, em Hong Kong, em 1991, onde o artista encontrou a pequena Nguyen. Em Homenagem às crianças nascidas nos campos, e de entre as 1378 fotografias tiradas durante a sua estadia, ele escolheu publicar apenas o retrato desta menina, repetido cem vezes."

JF  Chougnet, curador

O Lisbon Cycle Chic chega este sábado às ruas da capital

O Lisbon Cycle Chic chega este sábado às ruas da capital, para mostrar que é possível andar de bicicleta em Lisboa.

Artesanato da rua: reciclagens de efémeros



Com fitas de lata e outras reciclagens, este artesão de rua tece as suas pequenas peças, que custam entre 2,5 e 5 euros. No Camões, a dois passos da Brasileira.

Casa Ferreira e as Belas Artes

A Casa Ferreira é um clássico para amadores e profissionais. Aí se encontra tudo o que precisa para fazer uma obra-de-arte: cavaletes, aguarelas, guaches, telas, lápis de côr, lápis de cera, cartão, cartolina, blocos, dissolventes, vernizes, médios, colas, pigmentos, pincéis, etc. E o atendimento é sempre perfeito.







 Rua da Nova da Trindade, nº1,c

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Lost In, com vista para a cidade


Lost In é uma loja de têxteis exóticos, para homens e mulheres. Mas mais do que uma loja é também uma esplanada onde se pode saborear uma refeição enquanto os olhos divagam pela vista lindissima.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cerejas



Comprei-as na Rua da Rosa, numa pequena mercearia. São quase estaladiças, muito firmes e doces.
Lembro-me de uma outra Primavera quente, a minha avó veio buscar-me à escola (na Praça das Flores) e trazia as cerejas embrulhadas num cartucho de papel pardo.

Contra a crise, o optimismo, Contre la crise, l'optimisme





Na Galeria Novo Século combate-se a crise com muita côr e optimismo. E podem levar-se bocadinhos de Lisboa em recordação.
A la Galerie Novo Século on lutte contre la crise avec de la bonne humeur et de la couleur. Et vous pouvez emporter chez vous des petits bouts de Lisbonne.

Prego sem estopa





Prego sem estopa: uma loja de decoração. Para além do espaço preservado, num edificio Pombalino, objectos e móveis únicos, em plena Calçada do Combro.

sábado, 21 de maio de 2011

A mãe

Bertand Chiado



Venda de rua, na Bertrand Chiado

Em cada rua


uma imagem (Rua da Academia das Ciências)


A cor dos dias

Para além das palavras

Que nos lembram que aqueles que amamos estão sempre presentes. No S. Luis, os amigos e a familia recordaram a Natália.

A paisagem não tem dono

Contar uma, duas, três histórias: Lisboa e suas margens


Vamos recomeçar aqui a aventura de dizer Lisboa e suas margens e o país que as envolve; vamos visitá-la e revisitá-la pelos olhos daqueles que dela gostam, os que cá vivem, e os que cá voltam.
Contando histórias dos que a fazem e a percorrem, pois não há outra maneira de conhecer e viajar, senão amando.