quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

domingo, 18 de dezembro de 2011

Festival da bicicleta solidária





Numa organização da FPCUB, o festival da bicicleta solidária juntou numerosos ciclistas solidários, que para além de entregarem bens destinados a IPSS, aproveitaram a ocasião para  mais um encontro de adeptos vindos da capital e de outras zonas do país. Crianças, jovens, pessoas de idade, bicicletas de todas as cores, feitios e gerações, muita música, com  os magníficos Kumpania Algazarra e um sol luminoso, contribuiram para uma manhã animada e muito participada.
Pelas 11 horas os ciclistas iniciaram uma volta pela cidade, na defesa deste meio de transporte, amigo do ambiente e, promotor de mais e melhor sociabilidade urbana.
A iniciativa contou ainda com o apoio  da Câmara Municipal de Lisboa, da Fertagus, da Cicloficina dos Anjos, da Camisola Amarela, Lisbon Cycle Chic.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O Bairro Alto está em festa (e de parabéns!)








"A exposição Bairros como nós vai mostrar, durante esta semana, pontos de contacto entre uma dezena de cidades do mundo, com espaços vocacionados para a criação artística. O Bairro Alto faz 498 anos e a festa começa hoje em Lisboa.
Uma mulher varre o passeio, à entrada de casa, e há um homem que varre também. Ela tem frio que a manhã é de nevoeiro no Bairro Alto, Lisboa, e ele calça chinelos porque não tem. Ela é de carne e osso, ele fotografia tirada na Vila Madalena, um bairro de São Paulo. Pedro Costa e Ricardo Lopes, andaram por dez cidades do mundo a fotografar Bairros como nós, em exposição no Bairro Alto entre terça-feira e domingo, a propósito da comemoração de mais um aniversário desta zona lisboeta.

Os "bairros altos" do mundo estão naquele homem que varria o passeio, na mulher de rolos na cabeça no interior no cabeleireiro, no rapaz que passa música para a rua da sua janela, no cozinheiro do restaurante que deixa a porta aberta para a rua ou nas campanhas de moradores contra o barulho dos bares à noite. Estas são algumas das fotografias que vão espalhar por 15 fachadas, em jeito de provocação, diz Ricardo Lopes."
via Público
blog dia do Bairro Alto
Programação dia a dia

sábado, 10 de dezembro de 2011

Na paisagem da cidade



há sempre um barco atracado,
há sempre um porto e marinheiros esquecidos,
há sempre gruas verticais entre as margens do rio e o centro da cidade,
há sempre a topografia insólita das colinas.

Travessa da Nazaré



Travessa da Nazaré, Lisboa

domingo, 27 de novembro de 2011

Fado já é Património Imaterial da Humanidade


"Foram precisos pouco mais de cinco minutos para que a decisão fosse tomada por unanimidade (os 23 delegados presentes – faltou apenas um – votaram a favor), com grandes aplausos, conta ao PÚBLICO pelo telefone o musicólogo Rui Vieira Nery, presidente da comissão científica da candidatura. “Foi uma grande alegria que pôs fim a uma grande ansiedade”, admite Nery, referindo-se ao ritmo lento dos trabalhos na reunião de Bali. “Já não acreditávamos que fosse aprovada hoje.”
via Público

Museu do Fado

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Lisboa

Digo:
"Lisboa"
Quando atravesso - vinda do sul - o rio
E a cidade a que chego abre-se como se do meu nome nascesse
Abre-se e ergue-se em sua extensão nocturna
Em seu longo luzir de azul e rio
Em seu corpo amontoado de colinas -
Vejo-a melhor porque a digo
Tudo se mostra melhor porque digo
Tudo mostra melhor o seu estar e a sua carência
Porque digo
Lisboa com seu nome de ser e de não-ser
Com seus meandros de espanto insónia e lata
E seu secreto rebrilhar de coisa de teatro
Seu conivente sorrir de intriga e máscara
Enquanto o largo mar a Ocidente se dilata
Lisboa oscilando como uma grande barca
Lisboa cruelmente construída ao longo da sua própria ausência
Digo o nome da cidade
- Digo para ver

Sophia de Mello Breyner Andresen

Feira da Ladra I


Feira da Ladra




 

domingo, 13 de novembro de 2011

Lisboa eleita Cidade Europeia 2012


















"Lisboa foi distinguida, em Londres, com o prémio Cidade Europeia 2012, atribuído pela Academia do Urbanismo, com sede no Reino Unido, anunciou a autarquia.
A selecção foi feita através da votação de cerca de 500 académicos, tendo Lisboa derrotado Oslo (Noruega) e Gotemburgo (Suécia).
Para avaliar a cidade, a Academia do Urbanismo enviou uma delegação a Lisboa, onde recolheu informação sobre os projetos municipais relativos ao orçamento participativo, à requalificação e reabilitação da Mouraria e aos projectos urbanísticos da frente ribeirinha.
A Academia do Urbanismo (The Academy of Urbanism), adianta a edilidade na sua nota, é uma organização que junta analistas e decisores do espectro social, económico, politico e ambiental de várias cidades do Reino Unido e da Irlanda, e visa o reconhecimento, a aprendizagem e a promoção das melhores práticas do urbanismo."
Via OP Portugal

sábado, 12 de novembro de 2011

Conserveira de Lisboa







Conserveira de Lisboa, na Rua dos Bacalhoeiros, o universo infinito das conservas de peixe, embaladas manualmente na própria loja; um bom exemplo de comércio tradicional e muitas ideias para prendas de Natal (e não só).

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Rua dos Bacalhoeiros

Exposição permanente do Museu Colecção Berardo (1960-2010)












"Esta apresentação do Museu Coleção Berardo (1960-2010) dá continuidade ao período 1900-1960 instalado no piso 2 do museu. Com estes núcleos expostos em permanência, é proposta uma panorâmica da história da arte do século XX até aos nossos dias. Inicia-se com o Minimalismo, o Conceptualismo e a Arte Povera, movimentos que originaram uma pluralidade de atitudes modificadoras do estatuto do objeto artístico; percorre as emergências da narrativa e as reconfigurações da imagem fotográfica ou em movimento, e conclui-se com a diversidade dos discursos de alteridade e uma generalizada prática de interrogação do arquivo histórico."
via Museu Berardo

Apanhada de surpresa para uma entrevista dos serviços de comunicação do Museu, debitei uma série de banalidades e lugares comuns: "Gosto porque é interessante (...)."
E não disse que gosto deste Museu porque é um espaço aberto que permitiu facilitar o acesso à arte contemporânea a um sem número de pessoas que nunca tinham posto os pés num Museu ou numa Galeria;

que aqui venho e trago amigos sempre que posso;
que os meus filhos cresceram e ver exposições como quem lê um livro de histórias, com prazer e lúdicamente e que este Museu em muito contribuiu para isso;
que do meu ponto de vista de simples amadora das coisas da arte, o conjunto de obras apresentadas na Exposição permanente constitui um excelente painel da produção artística contemporânea, é de uma grande riqueza e traduz bem a tendência crescente para a dissolução de fronteiras entre campos artísticos e a fertilidade da mobilização e encontro das técnicas e experiências artísticas;
E que para terminar e respondendo à questão final "do que é que mais gostou?" teria acrescentado ao "gostei de tudo", o que de facto é verdade,  que gostei muito do conjunto de fotografias de Helena Almeida, que apreciei a presença de On Kawara e as suas representações do tempo (de quem sou uma incondicional admiradora) e que me maravilhei com o dirigível e os mobiles (de Rigo ?) que se encontram no hall de entrada.